
Voz seduzida que emerge da alma, flores perfumadas espargindo sentimentos. Ouve-se o violino das ondas num suave marulhar de sentidos. Asas do ser num arco-íris enleado de luar e estrelas. O horizonte tornou-se límpido, cristais de segredos no sopro das brisas. Anjo-Menina que não sabe conter os ímpetos do coração. Rodopias nos sonhos, idealizas o Bem nas brumas da vida.
É melífluo o som do mar, há ternura no olhar da Lua que sorri (en)cantos e te concede a claridade do alvorecer quando os teus olhos acordam do teu son(h)o. Há mistérios nas entrelinhas da existência, véus que cingem o Ser, linguagens etéreas que tu podes entender. Liberta as névoas do teu sentir, não deixes que a frivolidade te oprima a essência. Repousa os teus sentidos nessas águas aromatizadas de afeição. Não desistas de procurar o jardim da tua missão. Pétalas do teu ser perfumam as almas de quem amas.
Acaso esqueceste o teu âmago de fada? Entrega-te à melodia que te chama… a noite não existe no teu caminho de seda. Os penhascos que vislumbras são somente solavancos do destino. Galga os tormentos, a inquietude dissipar-se-á com o vento. Só quem sofre, sabe desvendar os enigmas do Sentir. Não podes submergir porque as tuas asas diáfanas deterão a tua queda.
Tu és plenitude, essência estelar… sintonizas-te com o verbo das galáxias, porque tu és centelha de luz, fonte de amor… um terno silêncio.
É melífluo o som do mar, há ternura no olhar da Lua que sorri (en)cantos e te concede a claridade do alvorecer quando os teus olhos acordam do teu son(h)o. Há mistérios nas entrelinhas da existência, véus que cingem o Ser, linguagens etéreas que tu podes entender. Liberta as névoas do teu sentir, não deixes que a frivolidade te oprima a essência. Repousa os teus sentidos nessas águas aromatizadas de afeição. Não desistas de procurar o jardim da tua missão. Pétalas do teu ser perfumam as almas de quem amas.
Acaso esqueceste o teu âmago de fada? Entrega-te à melodia que te chama… a noite não existe no teu caminho de seda. Os penhascos que vislumbras são somente solavancos do destino. Galga os tormentos, a inquietude dissipar-se-á com o vento. Só quem sofre, sabe desvendar os enigmas do Sentir. Não podes submergir porque as tuas asas diáfanas deterão a tua queda.
Tu és plenitude, essência estelar… sintonizas-te com o verbo das galáxias, porque tu és centelha de luz, fonte de amor… um terno silêncio.
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Fanny















